Eu enxergo a cidade como quem não nasceu aqui: vejo pontos comerciais promissores, fechados, quase abandonados. Critico a fumaça no final da tarde, o ar irrespirável, fedido. Olho a sujeira, as casas abandonadas, as calçadas perigosas, as fachadas horrorosas. O feio me salta aos olhos, assim como o errado. Então minha mente vai sendo povoada de ideias: não há problema sem solução no espaço da cidade, assim como as regras, ou não existem, ou ficam apenas no papel. A feiura da cidade me salta aos olhos, mas as belezas também; hoje estive na escola municipal Getúlio Vargas e que linda ela está: pintada, cheia de vida; falei isso pra secretária que me atendeu, que me retribuiu com um sorriso reconfortante... Eu gosto daqui, apesar das mazelas tão evidentes. Solicitei o plano diretor da cidade: será que alguém aqui se preocupa com isso?
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Alegrou-me o botão fechado da rosa, que aqui, roubado, dará ou não o ar da graça em avistar as suas pétalas cor de rosa lindas,,, o ramo da minha vida, meu propósito mais imediato. Observo o mundo com estranheza e paixão. Exponho minhas ideias sem medo. O que tiver que ser, será.
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