Eu só uso o carro para ir trabalhar: pedalo pra onde eu vou, exceto pro campus universitário. Circular à pé pela cidade, eu bem que tentei, mas eu me irritava sempre: carros parados nas calçadas, na Gabriel Experidião comércios de ferros velhos param as tralhas no caminho dos pedestres e muitos já foram multados por serem focos incipientes de dengue (é mais barato pagar multa: perder lucro? Jamais e a cidadania mandou adeus!), outros terrenos baldios imensos na mesma avenida contribuem para a especulação imobiliária, as lindas calçadas de pedras portuguesas em pleno centro da cidade, onde muitas estão fora do lugar, se tornam perigo constante aos pedestres (bye, bye cidadania!). Então nunca mais andei à pé em Paranavaí...
Minhas pernas têm sido as rodas do meu camelinho e os pneus do meu carro (tive que trocar um deles por ter passado num buraco-cratera ano passado). Então, no que diz respeito a minha circulação no espaço urbano daqui, me sobra desilusão... neste quesito, me resta suspirar triste em viver aqui.
Dan Rawlings, daqui.
Dan Rawlings, daqui.

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